Quando descemos as escadas
Sabemos que havemos de lá voltar para as subir de novo
Quando dizemos adeus a alguém
Sabemos que um dia havemos de dizer olá
Quando nos arrependemos do que fazemos
Sabemos que podemos pedir desculpa
Mas não o fazemos!
E não podemos voltar atrás
Eu não era assim
Não sou o que vêem
Hoje arrependo-me de ter mudado
De ter petrificado a minha presença
De não existir para aqueles que me precisaram
Deixei de ser útil
Mesmo para quem ainda via em mim abrigo
Escrevo por isto
Escrevo memórias
Escrevo
Mas sei que nada me vai trazer de volta
Aquilo que eu fui
Nada vai trazer-me de volta!
De: André Brandão
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O Silêncio da Ausência
Não é fácil escrever quando só há silêncio
Não temos limites
Podemos afirmar que a negação é cúmplice da imaginação
Mas não excluímos o "sim" como resposta
Podemos sonhar ser alguém
Multi facetar o nosso ego
Mas nunca o seremos de verdade
Apenas o silêncio se pronuncia
Podemos tentar mudar o mundo
Até aconselhar os outros
Mas nunca o mudaremos de facto
E apenas o silêncio se pronuncia
Devemos lutar pelo que sonhamos
Mudar o nosso próprio mundo
Só assim sairemos vitoriosos
E o silêncio dissipar-se-à!
De: André Brandão
Não temos limites
Podemos afirmar que a negação é cúmplice da imaginação
Mas não excluímos o "sim" como resposta
Podemos sonhar ser alguém
Multi facetar o nosso ego
Mas nunca o seremos de verdade
Apenas o silêncio se pronuncia
Podemos tentar mudar o mundo
Até aconselhar os outros
Mas nunca o mudaremos de facto
E apenas o silêncio se pronuncia
Devemos lutar pelo que sonhamos
Mudar o nosso próprio mundo
Só assim sairemos vitoriosos
E o silêncio dissipar-se-à!
De: André Brandão
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O nosso tempo
Gostamos da vida como a vemos
As pessoas com quem falamos, que nos divertem
Nos distraem, nos fazem rir e...
A cada ano, mais e mais pessoas iguais se cruzam connosco
E passamos os mesmos e até melhores momentos...
De maneira simples,
Tudo perdemos de ano para ano
Quando deixamos a escola, poucos são os que voltamos a encontrar
Poucos são os que nos divertem, fazem rir, distraem...
Ficamos longe das brincadeiras
Das partidas aos colegas...
Não ficam escritas, e tampouco nos lembramos de tudo.
Os nomes que num dia ou outro nos vem à memória
Sabemos sempre quem é
Até mesmo pessoas que não nos conhecem, e nem imaginam que pensamos nelas
O melhor, é o que está para trás
As melhores pessoas que ja conhecemos
As melhores brincadeiras que já tivemos...
E que só nos é dado UMA VEZ
Parece pouco.
Passam depressa
E não voltam mais
Quem somos nós afinal?
De: André Brandão
EM MEMÓRIA DOS BONS VELHOS TEMPOS, DOS BONS VELHOS AMIGOS !
As pessoas com quem falamos, que nos divertem
Nos distraem, nos fazem rir e...
A cada ano, mais e mais pessoas iguais se cruzam connosco
E passamos os mesmos e até melhores momentos...
De maneira simples,
Tudo perdemos de ano para ano
Quando deixamos a escola, poucos são os que voltamos a encontrar
Poucos são os que nos divertem, fazem rir, distraem...
Ficamos longe das brincadeiras
Das partidas aos colegas...
Não ficam escritas, e tampouco nos lembramos de tudo.
Os nomes que num dia ou outro nos vem à memória
Sabemos sempre quem é
Até mesmo pessoas que não nos conhecem, e nem imaginam que pensamos nelas
O melhor, é o que está para trás
As melhores pessoas que ja conhecemos
As melhores brincadeiras que já tivemos...
E que só nos é dado UMA VEZ
Parece pouco.
Passam depressa
E não voltam mais
Quem somos nós afinal?
De: André Brandão
EM MEMÓRIA DOS BONS VELHOS TEMPOS, DOS BONS VELHOS AMIGOS !
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Quando a chama se apaga
Era de alma negra
Turva como o céu em dia de chuva
Mas era minha!
Era calma como a agua da lagoa
Alegre e sorridente, espírito vivo
Mas era minha!
Dois rumos distintos
Que nunca foram feitos para se cruzar
Mas não era coincidência
Era uma aventura num livro sem titulo, sem capitulo
Uma caminhada no coração alheio
Alguém que, por acaso, cai nas nossas mãos
E acaba por fazer parte de nós
Nada foi coincidência
Nunca poderia ter sido
De: André Brandão
Turva como o céu em dia de chuva
Mas era minha!
Era calma como a agua da lagoa
Alegre e sorridente, espírito vivo
Mas era minha!
Dois rumos distintos
Que nunca foram feitos para se cruzar
Mas não era coincidência
Era uma aventura num livro sem titulo, sem capitulo
Uma caminhada no coração alheio
Alguém que, por acaso, cai nas nossas mãos
E acaba por fazer parte de nós
Nada foi coincidência
Nunca poderia ter sido
De: André Brandão
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
"Não tem nome"
Sou a paz isolada, no meio do nada
Escondido do futuro, impiedoso e duro
Sou o impossível, fraco e sensível
A cada passo, frio e escasso
Sou uma teoria, que outrora reconhecia
A frágil solidez, entre a riqueza e a escassez
Sou âncora do passado, ainda mal parado
Um velho farol iluminado pelo sol
Vindo do nada, levado por tudo
Conquistado pela coragem
Domado pela miragem
De todo o silêncio mudo
Vivo reflectido num espelho
Meu rosto, sério e velho.
De: André Brandão
Escondido do futuro, impiedoso e duro
Sou o impossível, fraco e sensível
A cada passo, frio e escasso
Sou uma teoria, que outrora reconhecia
A frágil solidez, entre a riqueza e a escassez
Sou âncora do passado, ainda mal parado
Um velho farol iluminado pelo sol
Vindo do nada, levado por tudo
Conquistado pela coragem
Domado pela miragem
De todo o silêncio mudo
Vivo reflectido num espelho
Meu rosto, sério e velho.
De: André Brandão
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Alguém que o mundo nunca conheceu
Sim.
Sim, quero ser.
Não tenciono viver por viver.
Se tenho vida, tenho algo.
E algo infinito.
Algo em que acredito.
Embora não sinta nada,
Vejo tudo.
E tudo desejo ser.
Conhecer.
Percorrer.
Sem saber porquê.
Não necessito de uma razão.
Pois não tenho nada a perder.
Nada tive, nada ganhei com a vida.
E não foi a teimosia.
Não foi o desespero por algo.
Por alguém.
Fui eu...
Alguém que o mundo nunca conheceu.
De: André Brandão
Sim, quero ser.
Não tenciono viver por viver.
Se tenho vida, tenho algo.
E algo infinito.
Algo em que acredito.
Embora não sinta nada,
Vejo tudo.
E tudo desejo ser.
Conhecer.
Percorrer.
Sem saber porquê.
Não necessito de uma razão.
Pois não tenho nada a perder.
Nada tive, nada ganhei com a vida.
E não foi a teimosia.
Não foi o desespero por algo.
Por alguém.
Fui eu...
Alguém que o mundo nunca conheceu.
De: André Brandão
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Sonho surreal
Corre-me o sonho pela cabeça.
A minha voz dissipa-se no escuro,
As minhas mãos congelam
O meu coração bate pela última vez...
Vejo-me a correr contra mim mesmo
A subir um rio, rumo à nascente
Entre estas pedras e areia...ainda me lembro
O sorriso promissor de toda aquela gente.
São como folhas de papel em branco
Prestes a citar o próprio destino
Ocupando os seus lugares nos corações dos mais próximos
E no meu, todos escrevem o seu verso.
Neste sonho surreal,
Onde vos posso ver e rever todos juntos,
Percebi que a companhia ideal,
É a daqueles com quem percorremos mundos!
De: André Brandão
A minha voz dissipa-se no escuro,
As minhas mãos congelam
O meu coração bate pela última vez...
Vejo-me a correr contra mim mesmo
A subir um rio, rumo à nascente
Entre estas pedras e areia...ainda me lembro
O sorriso promissor de toda aquela gente.
São como folhas de papel em branco
Prestes a citar o próprio destino
Ocupando os seus lugares nos corações dos mais próximos
E no meu, todos escrevem o seu verso.
Neste sonho surreal,
Onde vos posso ver e rever todos juntos,
Percebi que a companhia ideal,
É a daqueles com quem percorremos mundos!
De: André Brandão
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