...escrevo para te dizer como os tempos têm mudado
Como o vento se deixou de sentir pela manhã
Como as estradas mais movimentadas, são agora passeios da solidão
Voltei porque me sinto diferente
Porque o tempo não me deixou para trás
Porque não sou mais alma silenciosa, no pesado e frio inverno
Nos murmúrios das pessoas, encontro abrigo
Sem me sentir usado, inanimado
Sem fazer ruído, passeio de mãos dadas com a lua
Percorremos todos os trilhos rodeados de ciprestes
Mas nada como dantes...
O calor da tarde não traz a alegria do costume
Não me traz as recordações envoltas em algodão doce
Não são da cor que esperava que fossem
Perdi o sentido
Perdi a vida
Sou de pedra
E assim me vêm
Quieto, sossegado, indiferente...
E nos tempos que correm
Tenho que te dizer
Vida,
sou bem mais feliz assim...
De: André Brandão
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Desejo Precioso
Todos se debruçam sobre o fim
O que levarão consigo
O que dirão às pessoas que conhecem
Eu penso em ti
Cada dia
E no que te vou dizer amanhã
E todos os dias
Não existe fim próximo
Apenas um principio
Todas as manhãs são uma nova vida
Uma vida ao teu lado
Não é o tempo que nos faz velhos
Nós fazemos o tempo envelhecer
E com apenas uma palavra bonita cada dia
Podemos mudar o dia a alguém
Podemos mudar a vida de alguém
Deixo as minhas últimas palavras
Sei que nunca chegarão a ti
Mas sinto-me tão em teu corpo
Que as posso pousar no teu coração
A coisa mais preciosa que tenho!
De: André Brandão
O que levarão consigo
O que dirão às pessoas que conhecem
Eu penso em ti
Cada dia
E no que te vou dizer amanhã
E todos os dias
Não existe fim próximo
Apenas um principio
Todas as manhãs são uma nova vida
Uma vida ao teu lado
Não é o tempo que nos faz velhos
Nós fazemos o tempo envelhecer
E com apenas uma palavra bonita cada dia
Podemos mudar o dia a alguém
Podemos mudar a vida de alguém
Deixo as minhas últimas palavras
Sei que nunca chegarão a ti
Mas sinto-me tão em teu corpo
Que as posso pousar no teu coração
A coisa mais preciosa que tenho!
De: André Brandão
Quando o Corpo Grita Sem Alma
Adorava lembrar-me do tempo que cobre as nossas pegadas
Desde a primeira palavra que marcou o início
Desde a noite em que vi em ti o mundo
Ainda o vejo, mas não te vejo mais a ti
Teu corpo ausente, deixou a tua presença em mim
Abandonou a casa que construímos juntos
Perto do mar
Onde todas as manhãs deixei uma palavra doce
E pedi que te fosse entregue assim que partisses
Adorava lembrar-me dos teus olhos ao sol
Desde o dia que a minha alma me deixou em Terra
Desde que me lembro de dizer "És minha"
E sem precisar de uma resposta
Fechar os olhos e guardar-te no peito
De: André Brandão
Desde a primeira palavra que marcou o início
Desde a noite em que vi em ti o mundo
Ainda o vejo, mas não te vejo mais a ti
Teu corpo ausente, deixou a tua presença em mim
Abandonou a casa que construímos juntos
Perto do mar
Onde todas as manhãs deixei uma palavra doce
E pedi que te fosse entregue assim que partisses
Adorava lembrar-me dos teus olhos ao sol
Desde o dia que a minha alma me deixou em Terra
Desde que me lembro de dizer "És minha"
E sem precisar de uma resposta
Fechar os olhos e guardar-te no peito
De: André Brandão
O Fim é Sempre o Mesmo
Quando descemos as escadas
Sabemos que havemos de lá voltar para as subir de novo
Quando dizemos adeus a alguém
Sabemos que um dia havemos de dizer olá
Quando nos arrependemos do que fazemos
Sabemos que podemos pedir desculpa
Mas não o fazemos!
E não podemos voltar atrás
Eu não era assim
Não sou o que vêem
Hoje arrependo-me de ter mudado
De ter petrificado a minha presença
De não existir para aqueles que me precisaram
Deixei de ser útil
Mesmo para quem ainda via em mim abrigo
Escrevo por isto
Escrevo memórias
Escrevo
Mas sei que nada me vai trazer de volta
Aquilo que eu fui
Nada vai trazer-me de volta!
De: André Brandão
Sabemos que havemos de lá voltar para as subir de novo
Quando dizemos adeus a alguém
Sabemos que um dia havemos de dizer olá
Quando nos arrependemos do que fazemos
Sabemos que podemos pedir desculpa
Mas não o fazemos!
E não podemos voltar atrás
Eu não era assim
Não sou o que vêem
Hoje arrependo-me de ter mudado
De ter petrificado a minha presença
De não existir para aqueles que me precisaram
Deixei de ser útil
Mesmo para quem ainda via em mim abrigo
Escrevo por isto
Escrevo memórias
Escrevo
Mas sei que nada me vai trazer de volta
Aquilo que eu fui
Nada vai trazer-me de volta!
De: André Brandão
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O Silêncio da Ausência
Não é fácil escrever quando só há silêncio
Não temos limites
Podemos afirmar que a negação é cúmplice da imaginação
Mas não excluímos o "sim" como resposta
Podemos sonhar ser alguém
Multi facetar o nosso ego
Mas nunca o seremos de verdade
Apenas o silêncio se pronuncia
Podemos tentar mudar o mundo
Até aconselhar os outros
Mas nunca o mudaremos de facto
E apenas o silêncio se pronuncia
Devemos lutar pelo que sonhamos
Mudar o nosso próprio mundo
Só assim sairemos vitoriosos
E o silêncio dissipar-se-à!
De: André Brandão
Não temos limites
Podemos afirmar que a negação é cúmplice da imaginação
Mas não excluímos o "sim" como resposta
Podemos sonhar ser alguém
Multi facetar o nosso ego
Mas nunca o seremos de verdade
Apenas o silêncio se pronuncia
Podemos tentar mudar o mundo
Até aconselhar os outros
Mas nunca o mudaremos de facto
E apenas o silêncio se pronuncia
Devemos lutar pelo que sonhamos
Mudar o nosso próprio mundo
Só assim sairemos vitoriosos
E o silêncio dissipar-se-à!
De: André Brandão
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O nosso tempo
Gostamos da vida como a vemos
As pessoas com quem falamos, que nos divertem
Nos distraem, nos fazem rir e...
A cada ano, mais e mais pessoas iguais se cruzam connosco
E passamos os mesmos e até melhores momentos...
De maneira simples,
Tudo perdemos de ano para ano
Quando deixamos a escola, poucos são os que voltamos a encontrar
Poucos são os que nos divertem, fazem rir, distraem...
Ficamos longe das brincadeiras
Das partidas aos colegas...
Não ficam escritas, e tampouco nos lembramos de tudo.
Os nomes que num dia ou outro nos vem à memória
Sabemos sempre quem é
Até mesmo pessoas que não nos conhecem, e nem imaginam que pensamos nelas
O melhor, é o que está para trás
As melhores pessoas que ja conhecemos
As melhores brincadeiras que já tivemos...
E que só nos é dado UMA VEZ
Parece pouco.
Passam depressa
E não voltam mais
Quem somos nós afinal?
De: André Brandão
EM MEMÓRIA DOS BONS VELHOS TEMPOS, DOS BONS VELHOS AMIGOS !
As pessoas com quem falamos, que nos divertem
Nos distraem, nos fazem rir e...
A cada ano, mais e mais pessoas iguais se cruzam connosco
E passamos os mesmos e até melhores momentos...
De maneira simples,
Tudo perdemos de ano para ano
Quando deixamos a escola, poucos são os que voltamos a encontrar
Poucos são os que nos divertem, fazem rir, distraem...
Ficamos longe das brincadeiras
Das partidas aos colegas...
Não ficam escritas, e tampouco nos lembramos de tudo.
Os nomes que num dia ou outro nos vem à memória
Sabemos sempre quem é
Até mesmo pessoas que não nos conhecem, e nem imaginam que pensamos nelas
O melhor, é o que está para trás
As melhores pessoas que ja conhecemos
As melhores brincadeiras que já tivemos...
E que só nos é dado UMA VEZ
Parece pouco.
Passam depressa
E não voltam mais
Quem somos nós afinal?
De: André Brandão
EM MEMÓRIA DOS BONS VELHOS TEMPOS, DOS BONS VELHOS AMIGOS !
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Quando a chama se apaga
Era de alma negra
Turva como o céu em dia de chuva
Mas era minha!
Era calma como a agua da lagoa
Alegre e sorridente, espírito vivo
Mas era minha!
Dois rumos distintos
Que nunca foram feitos para se cruzar
Mas não era coincidência
Era uma aventura num livro sem titulo, sem capitulo
Uma caminhada no coração alheio
Alguém que, por acaso, cai nas nossas mãos
E acaba por fazer parte de nós
Nada foi coincidência
Nunca poderia ter sido
De: André Brandão
Turva como o céu em dia de chuva
Mas era minha!
Era calma como a agua da lagoa
Alegre e sorridente, espírito vivo
Mas era minha!
Dois rumos distintos
Que nunca foram feitos para se cruzar
Mas não era coincidência
Era uma aventura num livro sem titulo, sem capitulo
Uma caminhada no coração alheio
Alguém que, por acaso, cai nas nossas mãos
E acaba por fazer parte de nós
Nada foi coincidência
Nunca poderia ter sido
De: André Brandão
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